O que é o gUPo?

gUPo é o Grupo de Utilizadores em Português de Oracle e que tem como base a rede LinkedIn.

Este blog existe para servir de feed ao gUPo, no LinkedIn, mas também como Fórum de Discussão e partilha de conteúdos entre membros do gUPo.

Desde o dia 21 de Setembro 2009 foi activado o “Post By Email” que permite fazer um post no blog do gUPo, simplesmente enviando um email para o seguinte endereço: ramu77bono@post.wordpress.com.

6 Comentários »

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  1. Com esta visão de Oracle, só podia ser portugues. O Oracle nao foi desenhado para amadores que estao acostumados a trabalhar somente com o Windows.

    • Gerson,

      Em primeiro lugar obrigado por comentar, e nos dar oportunidade de iniciar aqui uma discussão que penso pode ser interessante para educar outros concidadãos seus que possam ter a mesma visão redutora de Portugal.
      Mas já lá vou a esse tema.
      Deixe-me primeiro falar-lhe um pouco sobre a minha experiência com tecnologias Oracle, uma vez que vou “enfiar o barrete” (como se diz no meu querido Portugal) e assumir que os seus comentários se referiam a mim, uma pessoa que você não conhece.

      Iniciei ainda na Universidade o contacto com Oracle5 e Oracle6 trabalhando também com SQL*Forms 2.1 e SQL*ReportWriter, tudo em cima de um dos muitos “flavours” de Unix que com o tempo desapareceram, DG/UX dos Aviion, máquinas da Data General ainda com CPUs da Motorola.
      Um dos meus colegas de curso conhecia um jovem chamado Linus Torvalds e esteve inclusivamente na origem do desenvolvimento dos primeiros Kernel de Linux. Usei extensivamente Unix em todo o percurso universitário e depois quando iniciei a minha carreira profissional trabalhava essencialmente com HP-UX, SunOS, e DigitalUnix. Mais tarde também com AIX e actualmente trabalho essencialmente com Linux, desde a versão 2.1 do RHEL.
      Como vê não trabalho somente com Windows, que nem sequer uso no meu computador portátil, onde tenho Ubuntu. Apesar de ter bastante experiência em Oracle em cima de sistemas Windows ao contrário de muitos profissionais que só trabalham com Unix/Linux.

      Fui um dos primeiros DBAs certificados em todo o mundo e o primeiro em Portugal. Editei o primeiro livro em português europeu sobre Oracle, o primeiro livro em todo o mundo sobre Oracle8i. Duas edições, ambas esgotadas. Fui professor universitário de Sistemas de Informação, e Sistemas de Gestão de Bases de Dados, em duas Universidades diferentes, e sempre estive envolvido em projectos de consultoria Oracle em ambientes críticos, onde me especializei na área de “tuning”. Actualmente trabalho na Oracle Corporation como consultor de vendas para as áreas de Bases de Dados e Opções, Exadata e Virtualização.

      Por isso não diria que sou amador, mas sim uma pessoa que ama o que faz profissionalmente, e por isso procuro partilhar essa paixão criando blogs e grupos de discussão.

      E sabe que mais Gerson? Eu sou apenas mais um em Portugal. Um país cheio de bons profissionais Oracle, com experiência e com visão de sistemas grandes e críticos.

      Mas façamos o seguinte exercicio: se eu fosse amador, e só tivesse experiência em Windows, e fosse uma pessoa interessada em aprender mais e em evoluir, será que um comentário como o seu me deixaria mais animado e valorizaria o meu esforço de mudança? Será que você vem daquela idade da pedra em que os sistemas criticos e altamente complexos eram só para uma pletora de iluminados e todos os outros, os “amadores” ficavam de fora?

      Eu não penso assim e por isso sempre dediquei uma parte substancial da minha vida ao ensino desta tecnologia, e ainda hoje partilho artigos não só aqui, como no meu blog público (http://ocpdba.wordpress.com) ou no meu blog interno da Oracle Corp.

      É uma questão de humanismo, algo em que nós os portugueses sempre fomos pioneiros. Fomos dos primeiros países a abolir a pena de morte e temos um tratamento altamente vantajoso para qualquer comunidade emigrante que escolhe o nosso país para viver e trabalhar (em que a maior dessas comunidades é a Brasileira).

      Podemos ser um país pequeno, mas somos nós que controlamos e administramos bases de dados gigantescas, tais como aquelas que servem a maior operadora móvel do Brasil e muitas outras operações em outras partes do mundo.

      Espero ter contribuido para enriquecer a sua visão do nosso país, mas quanto ao resto espero que quem leia o seu comentário possa acrescentar algo mais.

      Com os melhores cumprimentos,

      LMC.

  2. Gerson, não sei onde tu queria chegar e muito menos o teu propósito. São pessoas como tu que “sujam” a comunidade Brasileira em Portugal. Espero que pelo menos algum dia da tua vida tenha pisado aqui, pois o teu comentário sem conhecimento de causa seria ainda mais absurdo. Caso tenha morado aqui e a vida não correu-te assim tão bem, é a vida meu caro. Todas as experiências nas mesmas circunstancias são interpretadas de diferentes formas, pois todos somos diferentes. Eu saí do Brasil a 10 anos e não volto para aí por nada. Quando vem um pensamento em achar que o Brasil é que é, basta ver o canal Record e concluir não vale a pena. No segundo dia em que tive aí em Maio do ano passado, tivemos um tiroteio a porta de casa enquanto fazíamos um churrasco. Com isso eu digo: Essa é a visão do Brasileiro?
    Mas enfim…
    Deixando esse aparte (tinha que desabafar, pois não gosto que falem do país que me acolheu e que hoje falo com orgulho que sou Português) e falando de tecnologia.
    Amadores aqui? Eu já tive o privilégio de trabalhar em projectos com Espanhóis, Franceses, Ingleses e Árabes(com mão de obra Indiana) e falo com conhecimento de causa que aqui somos os mais dinâmicos e competentes profissionais com que já trabalhei. Os Ingleses destacam-se pela gestão de projectos, os Espanhóis destacam-se pela forma de encarar a vida (trabalhar pouco e curtir ao máximo), os Franceses destacam-se pelas suas complicações existenciais e o facto de trabalharem 7 horas por dia ser um absurdo para eles, daí marcam greves :) e os Indianos destacam-se pela sua desorganização, embora alguns sejam bons tecnicamente. Aqui temos um pouco de tudo, com um grande destaque para a nossa capacidade de sermos multitasks (principalmente os Nortenhos, muito provavelmente pela necessidade, uma vez que é uma das regiões mais pobres).
    Comentar sobre um eventual amadorismo do LMC é como dizer que o papa não conhece o antigo testamento.
    Já tive o prazer de trabalhar com o LMC, e tanto a nível profissional como pessoal é uma pessoa fantástica. Neste momento é um dos principais evangelizadores Oracle do país.
    Espero que, caso surjam comentários nessa sessão, que estes não sejam ataques pessoais e que não se baixe o nível, pois temos que responsáveis e civilizados quando o assunto é Portugal/Brasil.
    E viva as Bases de Dados (nem posso me dar ao luxo em conhecer só Oracle, pois devido a dinâmica da minha empresa tive que dominar SQL Server e DB2 LUW)!
    Viva o Porto! (isso sim vai gerar conflitos :)
    Viva Jericoacora!
    Abraço a todos,
    DCB

  3. Desde há algum tempo que não costumo estrar neste tipo de discussões que efectivamente não dignificam os bons profissionais que existem deste e do outro lado do Atlântico.

    Apenas quero dizer que estou a iniciar a internacionalização da empresa que criei em 2009 e gostaria de dizer que bons e maus profissionais existem em todo o mundo e Portugal já colocou muitas bandeiras em locais impensáveis!!!

    Só São Paulo tem o dobro dos habitantes em Portugal, quando fazemos algo lembrem-se sempre que somos muito poucos, mas garantidamente determinados.

    Vejo o povo brasileiro e os brasileiros em geral como irmãos. Um povo alegre e competente. Com coisas boas e más como qualquer outro país.

    Para terminar não posso deixar de dizer uma palavra amiga ao Luís que desde que o conheço muito já fez pela divulgação e promoção da técnologia Oracle e não só do ponto de vista pedagógico mas “metendo a mão na massa”.

    Penso que devemos trabalhar juntos e fazer garantidamente de Portugal e do Brasil países melhores.
    É nesse sentido que eu vou trabalhar.
    Um abraço a todos.

  4. Luís: Don’t feed the trolls! :)

    (http://www.urbandictionary.com/define.php?term=feeding%20the%20trolls&defid=932451)

  5. Caros,

    Embora neste momento já seja um DBA aposentado (não administro bases de dados Oracle desde a versão 7.3.4, quando saí da Oracle em 1996 … já lá vai algum tempo), posso informar que fui um dos 3 portugueses (obviamente) – e provavelmente o menos qualificado – que como equipa conseguimos pôr a funcionar Oracle Parallel Server versão 7 com DLM (Gerson, para o caso de não saberes é Distributed Lock Manager) num conjunto de 4 nós microchanel a correr AIX 3.2.5, numa plataforma mpp (o SP2 da IBM), em discos HSD (sobre VSD’s configurados numa estrutura de discos SSA).

    Esta solução foi posteriormente apresentada em Nanterre, numa acção de formação da Oracle. Até à data, nenhum elemento da Oracle tinha conseguido implementar a solução com HSD’s.

    Todo o meu percurso profissional tem decorrido à volta de plataformas Unix (sou colega de curso do LMC, alguns anos mais velho, estava na Oracle quando ele ainda estava a acabar a faculdade), e a lista de plataformas Unix/Linux (e até Xenix :) ) pelas quais passei é demasiado longa para aqui as enumerar. Nunca trabalhei com Windows.

    Luís, grande abraço

    Gerson, sugiro-te uma visita a Portugal e às pequenas grandes empresas que têm dominado as áreas de sistemas de informação pelo mundo fora


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